“Certa vez, encontrei uma senhora no trem. Conversamos durante o percurso e ela me explicou que se eu quisesse, de fato, aprender francês, teria que arrumar um namorado francês pois, segundo suas palavras, o que a gente aprende no travesseiro jamais esquece. E não é que é verdade?! Depois de umas semanas com o Conrad, todo mundo me disse que eu estava falando super bem!”
Pude até escutar sua risada bem aqui, pertinho.
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Ah, Yane! Pelamordedeus! Isso lá é piada?!
Publicado Janeiro 7, 2009 r [1] Bobiô a gente pimba! 3 ComentáriosMônica: – Cebolinha, vc come acelga?
Cebolinha: – Clalo! Como a celga, a mulda e até a tetlaplélgica
Prólogo
O que pouca gente sabe, neguinho, é que Noel Rosa inventou o roque e mandava bem no free style. O coitado sempre ganhava um presente apenas – pelo Natal e pelo seu aniversário. Foda.
Mas era uma vez quatro amigos íntimos…
… e eles desejavam que o mundo virasse uma grande banana split. É. Eles queriam acabar com todo o sorvete do mundo. A empreitada não seria nada fácil. “E se os antidepressivos pararem de funcionar?” – perguntou um deles a outro deles. “Pruuu”.
E o plano era simples-simples. Até demais: um deles passava o café, enquanto outro fritava os ovos, enquanto o terceiro pegava metrô + busão e doava sua força de trabalho quarenta horas/semana e o último compunha o manifesto e a dança de comemoração. Eram confiantes. Otimistas. Até demais.
Só que chegou a Segunda Metade do Século XIX e o conto de fadas começou seu Ciclo de Decadência. Veio o Nonsense. Veio o Bicho Papão. Veio o Caetano Veloso dizer que um tapinha não dói e Pinóquio bateu o pé e disse que queria ser um menino de verdade, “é isso aê, quero ser geeeeeeeente” mas a Fada Azul, essa benfeitora mágica, essa putinha legendária, essa mocinha de tranças mexeu os dedinhos de um lado pro outro e disse “não, não, não, não”.
Rá. Nemvemquenumtem.