Kundera, Milan.1982

(Tinha vontade de telefonar para Sabina em Genebra, de entrar em contato com uma das mulheres de Zurique que conhecera nos últimos meses? Não, não tinha a menor vontade. Sabia que no momento em que se encontrasse com outra mulher, a lembrança de Tereza lhe causaria uma dor insuportável.)

4 Respostas para “Kundera, Milan.1982”


  1. 1 .leticia Abril 2, 2009 às 9:23 pm

    A Sabrina é a única insustentavelmente leve.

  2. 2 ju Abril 2, 2009 às 10:26 pm

    …eu sou leve. pode perguntar pro yane.

  3. 3 Yane Abril 3, 2009 às 3:26 am

    Eu diria improvável, se não houvesse essa Tereza aqui ao meu lado a me lembrar. Cada um tem a que merece, já ouvi dizer. O bom é que ela vira uma outra Tereza, às vezes, com o tempo – melhor, muito melhor, e ainda com ricas pernas, tchico!

    PS: Sim, é um fato, a Ju é leve.

  4. 4 .lucas Abril 3, 2009 às 10:50 am

    nunca terminei de ler este livro. ganhei de uma ex-namorada bígama.


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“Enquanto isso, no lustre do castelo…”

iequetingueleguelê

"...Xanduzinha, que vergonha Espezinharam-na-fulô E chegou um chamego chamado pop Ah, puta que pariu, Bate funk bate folk Ah, puta que pariu Bate estaca, bate rock Ah, puta que pariu..."

Tic Tac Tic Tac…

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Olha só meu mais novo pecadinho!

Pega essa!