no último capítulo, nosso herói ego é eu definhava na lama, só, só, o coitado.
- poderá nosso herói escapar deste cruel destino?
ou
- eutanásia nele?
Yane Santiago não tem dormido bem ultimamente
no último capítulo, nosso herói ego é eu definhava na lama, só, só, o coitado.
- poderá nosso herói escapar deste cruel destino?
ou
- eutanásia nele?
Yane Santiago não tem dormido bem ultimamente
“O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me incomodo
Que você me diga
Que a sociedade
é minha inimiga.
“[Hoje] cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.”
-Adoniran Barbosa
O tema era qual mesmo??
Diogo Andrade
é mitômano.
Chegou a turma do funil
Todo mundo bebe
Mas ninguém dorme no ponto
Aí, aí, ninguém dorme no ponto
Nós é que bebemos e eles que ficam tontos
Eu bebo, sem compromisso,
com meu dinheiro, ninguém tem nada com isso
Aonde houver garrafa, aonde houver barril
Presente está a turma do funil
The thing I would like most was meeting those floozies down the 53rd. You just light a cigarette, you know, cross the 4th and go straight for three blocks. There you have something to drink and nail one of them. Bingo! But I have to tell you, buddy, there’s a time girls don’t catch you the same way they used to. There must be a reason – I have no clue what it is, though. It might be some biological thing. Or maybe that jabber they let you into, shit!
So it’s when you don’t hang around, but write.
Bob Finger, The Sun always walks for this house
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she’s the most amazing person i’ve ever seen.
[this week.]
Lost Boy
E me disseram – cachorro – , certo até ai tudo bem.
Mas dali a pouco já não era mais o mesmo.
Era antes outra coisa que via.
E perguntei – o que é isso? – e logo em seguida me veio – cachorro! –.
Mas não era.
Estava vendo uma coisa que sua ponta se mexia, e cachorro era aquilo que mostrava a “língua”, e ficava com os “olhos” em ti.
Não aquilo que a ponta se mexia.
E ali estava. “Cadeira”. Mas porque já não era “Árvore”?
Ou como ainda era “cadeira” e estava no “chão” e me diziam – quebrada –.
Como? Como ainda é “cachorro” e “cadeira” se os dois agora estão juntos?
E o que me dizem dos “átomos” que neles são “tudo”?
Como me chamar de “eu” se me quero ainda muitos?
Não posso olhar para todas as coisas que ao acaso se formaram “Tudo” e entender separado.
Assim é o universo em que cabe os “sonhos” e “realidades”.
E nada é único se não uno.
Como pode os nomes terem as coisas?
J Klaus sonhou isso, e não se lembra.